A geração distribuída pode ser definida como uma fonte de energia elétrica conectada diretamente à rede de distribuição ou situada no próprio consumidor. No Brasil, a definição de GD é feita a partir do Artigo 14º do Decreto Lei nº 5.163/2004:

“Considera-se geração distribuída toda produção de energia elétrica proveniente de agentes concessionários, permissionários ou autorizados conectados diretamente no sistema elétrico de distribuição do comprador (...)".

De acordo com RN 482/2012, responsável por constituir as condições regulatórias para a inserção da geração distribuída na matriz energética brasileira, são apresentadas as seguintes definições:
Microgeração distribuída: Sistemas de geração de energia renovável ou cogeração qualificada conectados à rede com potência até 75 kW;
Minigeração Distribuída: Sistemas de geração de energia renovável ou cogeração qualificada conectados à rede com potência superior a 75 kW e inferior a 3 MW (para fonte hídrica), e inferior a 5 MW (para cogeração qualificada).

A geração distribuída no Brasil tem como base um Sistema de Compensação de Energia, no qual o consumidor-gerador, após descontado o seu próprio consumo, recebe um crédito (em kWh) na sua fatura pelo saldo positivo de energia gerada e inserida diretamente na rede de distribuição, tendo até 60 meses para utilizar este crédito. A rede elétrica disponível é utilizada como backup quando a energia gerada localmente não é suficiente para satisfazer as necessidades de demanda do consumidor-gerador, o que geralmente é o caso para fontes intermitentes de energia, como a solar.

O estado de Goiás atualmente conta com 267 unidades consumidoras com geração distribúída, que juntas somam mais de 3.669,41 kW de potência.

Vide tabelas abaixo:

GRÁFICO - EVOLUÇÃO

© 2017 Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos. Todos os direitos reservados